Foto: Agência Brasil - EBC
A decisão foi tomada por conselheiros da Agestransp durante a segunda sessão regulatória deste ano, realizada na terça-feira (25). A Agetransp informou à Agência Brasil que, uma vez autorizado o reajuste, a decisão de implantá-lo cabe à Secretaria estadual de Transporte e Mobilidade, que representa o poder concedente.
De acordo com a agência reguladora, o reajuste anual é previsto no contrato de concessão.
"O MetrôRio informa que, conforme previsto no contrato de concessão, apresentou à Agetransp no início de fevereiro, o cálculo do reajuste tarifário com base na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado nos últimos 12 meses", informou a concessionária que opera o sistema metroviário na cidade do Rio.
Mesmo sem reajuste, o metrô carioca tem a tarifa mais cara do país. A concessionária ressalta que o valor é a chamada tarifa técnica, ou seja, o passageiro que paga o valor "cheio" não conta com nenhuma forma de subsídio do Poder Público.
Há no Rio de Janeiro, no entanto, a tarifa social de R$ 5, destinada exclusivamente a pessoas com renda mensal declarada de, no máximo, R$ 3.205,20. Para esses casos, o subsídio é pago pelo governo do estado.
Na reunião que decidiu a autorização do reajuste, a Agetransp recomendou que a Secretaria estadual de Transporte e Mobilidade prorrogue a vigência da tarifa social. A Agência Brasil questionou a secretaria sobre a renovação do subsídio, mas não obteve resposta.
Rio de Janeiro: R$ 7,90, a partir de 12 de abril
Belo Horizonte : R$ 5,50
Brasília: R$ 5,50
São Paulo: R$ 5,20
Porto Alegre: R$ 4,50
Recife: R$ 4,25
Salvador: R$ 4,10
Fortaleza: R$ 3,60 (Linha Sul)
Teresina: gratuita
Fonte: Agência Brasil